S. João Crisóstomo, "Da Vanglória e da Educação dos Filhos", 28.
Ensinemo-lhes [as crianças] a levar sempre nos seus lábios as palavras divinas, inclusive nos seus passeios, não casualmente e superfluamente, nem poucas vezes, mas continuamente. [...] Ensinando as crianças a falar palavras nobres e piedosas. [...] havemos de excluir as palavras insolentes e maledicentes, as insensatas, as torpes, as seculares e mundanas. [...] As palavras [das crianças] sejam de ação de graças, cânticos sagrados, todas as suas conversas sejam sobre Deus e sobre a filosofia do céu.
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