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| Basílica de São Martinho e São Silvestre em Roma. |
A basílica estacional é o antigo título de Equício, dono do terreno. Depois foi chamada São Silvestre, do nome do Papa que a dedicou no século IV. Sobre esta igreja, o Papa Simaco do século V edificou a atual basílica dos Santos Martinho e São Silvestre, os dois primeiros confessores honrados com um culto público. As lições da Divina Liturgia (cf. II Rs: 4, 25-38. Lc: 7, 11-16), inspiram-se nas três ressurreições de mortos operadas por São Martinho de Tours e talvez, também no vizinho cemitério de Merulana.
As duas ressurreições narradas na duas leituras, são imagem da ressurreição da morte do pecado. Os dois mortos representa os pecadores que, provados da vida espiritual, são levados ao inferno pelo coveiros (as paixões) as mães dos dois mortos representam a Igreja que lamenta a morte de seus filhos e pede a Jesus é a ressurreição deles. Por meio da Confissão, o Salvador da de novo aos pecadores e os restitui a mãe. Jesus santifica com seu poder a boca, os olhos, as mãos e os pés, causas do pecado, dirigindo-os para o bem. Apenas é invocado, o Senhor corre imediatamente em auxílio do cristão. Pede, contudo a sua cooperação de oração, de vigilância, de fuga das ocasiões, de bons costumes de privações, de sacrifícios e de outras obras boas.
Em todas as quadras da vida, o único amigo fiel que jamais nos abandona é Jesus. As criaturas, a juventude, a saúde, as riquezas, as honras, pelo contrário, traem-nos e, um por um, nos vão abandonando.
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| São Martinho de Tours. |
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| São Silvestre, Papa. |
Marcos Vinícius Faria de Moraes.



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