Virá até nós um tempo em que a corrupção e a devassidão atingirá, entre os jovens, o cume. A virgindade, entre eles, não mais será a lei – mal existirá, aliás. Eles, ao perceberem a inexistência de qualquer punição terrena imediata, acreditarão que tudo é permissível quando se trada de satisfazer os próprios desejos; Deus, porém, os chamará, de modo que verão, claramente, a impossibilidade de qualquer continuidade para tal vida. De várias maneiras, serão atraídos a Deus... e será algo belo. Por estarem pecando de maneira exorbitante, terão, justamente, um arrependimento igualmente exorbitante em profundidade. Assim como uma vela – que, antes de se extinguir, brilha fortemente e solta faíscas, que tornam repleto de luz o seu turvo entorno – será a vida da Igreja nos tempos finais, e estes tempos não tardarão a vir.

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