"A lua que cresce e decresce expõe o estado do homem que ora faz o bem ora se entrega ao pecado, depois torna a se arrepender e volta à vida virtuosa. O intelecto que falhou não está, portanto, perdido, como alguns dentre vocês pensam, assim como não foi o corpo da lua que decresceu, mas sua luz. Assim, pelo arrependimento, o homem, pode adquirir novamente o esplendo que lhe é próprio, do mesmo modo como a lua, depois de seu declínio, volta a se revestir de luz por si só".
João de Cárpatos

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