domingo, 15 de abril de 2018

O Domingo do Santo Apóstolo Tomé.



A Igreja Ortodoxa celebra Tomas domingo uma semana após a celebração do domingo de Santa Páscoa. Este dia comemora a aparição de Cristo aos seus discípulos na tarde de domingo depois da Páscoa. Ele também se lembra da aparição do Senhor aos seus discípulos oito dias depois, quando São Tomás estava presente e proclamou "Meu Senhor e meu Deus", vendo as mãos e o lado de Cristo.

Domingo também chamado Antipascua (que significa "no lugar da Páscoa," não "em oposição à Páscoa"), uma vez que este dia, o primeiro domingo depois da Páscoa, a Igreja consagra todos os domingos do ano a comemoração da Páscoa, isto é, a ressurreição.

O Santo Apóstolo Tomé é comemorado pela Igreja no dia 6 de outubro.

História bíblica

Os eventos que são comemorados no domingo de San Tomas estão registrados no Evangelho de San Juan 20: 19-29. Após a crucificação e sepultamento de Cristo, os discípulos foram reunidos em uma sala com as portas fechadas e seguras por medo dos judeus. Na tarde de domingo depois da Páscoa, Jesus Cristo entrou na sala e ficou em pé no meio deles, cumprimentando-os dizendo: "A paz esteja convosco". (V. 19) Mostrou aos discípulos suas mãos, pés e lado. (V. 20)

Tomé não estava presente com os discípulos quando Jesus apareceu para eles, e ele não aceitou o testemunho dos outros discípulos em relação à ressurreição de Cristo. Ele disse: "Se eu não vejo a marca dos cravos em suas mãos e coloco meu dedo no buraco das unhas e minha mão em seu lado, não vou acreditar". (Versículos 24-25)

Jesus se voltou para Tomé, que é o último dos discípulos a acreditar que Cristo havia ressuscitado dos mortos. Jesus não o repreendeu. Suas palavras respiram o perdão e encorajamento à fé de Tomé. Ele traz Thomas para a segurança, assim como ele fez para os outros discípulos. A fé de Tomás se aprofunda com a aparência de seu Senhor ressuscitado.

Tomás você queria a prova, a prova, veja, veja por si mesmo! . "E depois de oito dias outra vez os seus discípulos estavam reunidos, e Tomé com eles quando Jesus, estando as portas fechadas, pôs-se no meio deles e disse: Paz seja convosco Depois disse a Tomé: Põe aqui o dedo e vê as minhas mãos ., Estende a tua mão e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas respondeu acreditar Thomas e disse-lhe: meu Senhor e meu Deus, Jesus disse-lhe: Porque me viste, creste; bem-aventurados os que não viram! e eles acreditavam "(20: 26-29).

ÍCONE DE DOMINGO DE THOMAS

O ícone do Domingo de Tomás representa Cristo em pé no meio dos irmãos. Ele se apresentou aos onze no cenáculo e está convidando Thomas a examinar as mãos e o lado dele. Thomas está tentando tocar o lado de Jesus. Ele também está procurando por Jesus de uma maneira que indique sua fé e como ela foi escrita nas Escrituras.

A festa na Igreja Ortodoxa:

O Domingo de Tomás é celebrado com a Divina Liturgia de São João Crisóstomo. Neste domingo e durante todo o período da Páscoa até a despedida da Páscoa, o dia antes da festa da Ascensão, os serviços começam com a canção da tropa pascal: "Cristo ressuscitou ...".

Leituras bíblicas para a festa são: Em Ortos: Mateus 28: 16-20, os primeiros onze Ressurreição do Evangelho passagens que são lidos em um ciclo ao longo do ano durante Matins no domingo. Neste dia do ciclo sempre começa com a primeira passagem do Evangelho; Durante a Santa Eucaristia: Atos 5: 12-20 e João 20: 19-31.



A celebração da Eucaristia.

Primeira leitura:

Do Livro do Apocalipse             6,1-17

O livro de Deus é aberto pelo Cordeiro.


        1Eu, João, vi o Cordeiro abrir o primeiro dos sete selos, e ouvi o primeiro dos quatro Seres vivos dizer com voz de trovão: “Vem!”2Vi então aparecer um cavalo branco. O cavaleiro tinha um arco, e deram-lhe uma coroa. Saiu, vitorioso e para vencer ainda mais.

        3E quando o Cordeiro abriu o segundo selo, ouvi o segundo Ser vivo dizer: “Vem!”4E apareceu um outro cavalo, vermelho, e ao seu cavaleiro foi dado poder de afastar a paz da terra, de modo que os homens se matassem uns aos outros. Foi-lhe dada também uma grande espada.

        5E quando o Cordeiro abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro Ser vivo dizer: “Vem!” Vi então um cavalo preto, e o seu cavaleiro segurava uma balança. 6E ouvi uma voz que vinha do meio dos quatro Seres vivos: “Um quilo de trigo por um dia de trabalho! Três quilos de cevada por um dia de trabalho! Não estragues o azeite e o vinho”.

        7E quando o Cordeiro abriu o quarto selo, ouvi o quarto Ser vivo dizer: “Vem!” 8Vi então um cavalo esverdeado, e o seu cavaleiro era chamado “a Morte”, e a Morada dos mortos o acompanhava. Foi-lhe dado poder sobre a quarta parte da terra, para que matasse pela espada, pela fome, pela peste e pelas feras da terra.

        9E quando o Cordeiro abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas daqueles que tinham sido imolados por causa da Palavra de Deus e do testemunho que mantinham firme. 10Gritavam com voz forte: “Senhor santo e verdadeiro, até quando tardarás em fazer justiça, vingando o nosso sangue contra os habitantes da terra?

        11Então, cada um deles recebeu uma veste branca e foi-lhes dito que descansassem mais um pouco de tempo, até se completar o número dos seus companheiros e irmãos, que iriam ser mortos como eles.

        12E quando o Cordeiro abriu o sexto selo, eu vi acontecer um grande terremoto, e o sol ficou escuro como grosseiro tecido de luto e a lua tornou-se toda cor de sangue. 13As estrelas do céu caíram sobre a terra, como a figueira deixa cair seus frutos verdes, quando bate um vento forte,14e o céu foi-se recolhendo como folha de papel que se enrola. Todas as montanhas e ilhas foram arrancadas de seus lugares.15Os reis da terra, os magnatas e os chefes militares, os ricos, os poderosos e todos os escravos e livres, esconderam-se nas cavernas e nas rochas das montanhas 16e diziam aos montes e aos rochedos: “Caí em cima de nós e escondei-nos da face daquele que está no trono e da ira do Cordeiro. 17Pois chegou o grande dia de sua ira, e quem poderá ficar de pé”

Segunda leitura:

Da Primeira Apologia a favor dos cristãos, de São Justino, mártir

(Cap.66-67: PG 6,427-431)     (Séc.I)

A celebração da Eucaristia.


        A ninguém é permitido participar da Eucaristia, a não ser àquele que, admitindo como verdadeiros os nossos ensinamentos e tendo sido purificado pelo batismo para a remissão dos pecados e a regeneração, leve uma vida como Cristo ensinou. Pois não é pão ou vinho comum o que recebemos. Com efeito, do mesmo modo como Jesus Cristo, nosso salvador, se fez homem pela Palavra de Deus e assumiu a carne e o sangue para a nossa salvação, também nos foi ensinado que o alimento sobre o qual foi pronunciada a ação de graças com as mesmas palavras de Cristo e, depois de transformado, nutre nossa carne e nosso sangue, é a própria carne e o sangue de Jesus que se encarnou.

        Os apóstolos, em suas memórias que chamamos evangelhos, nos transmitiram a recomendação que Jesus lhes fizera. Tendo ele tomado o pão e dado graças, disse:Fazei isto em memória de mim. Isto é o meu corpo (Lc 22,19; Mc 14,22); e tomando igualmente o cálice e dando graças, disse:Este é o meu sangue (Mc 14,24), e os deu somente a eles. Desde então, nunca mais deixamos de recordar estas coisas entre nós. Como que possuímos, socorremos a todos os necessitados e estamos sempre unidos uns aos outros. E por todas as coisas com que nos alimentamos, bendizemos o Criador do universo, por seu Filho Jesus Cristo e pelo Espírito Santo.

        No chamado dia do Sol, reúnem-se em um mesmo lugar todos os que moram nas cidades ou nos campos. Lêem-se as memórias dos apóstolos ou os escritos dos profetas, na medida em que o tempo permite.
        Terminada a leitura, aquele que preside toma a palavra para aconselhar e exortar os presentes à imitação de tão sublimes ensinamentos.

        Depois, levantamo-nos todos juntos e elevamos as nossas preces; como já dissemos acima, ao acabarmos de rezar, apresentam-se pão, vinho e água. Então o que preside eleva ao céu, com todo o seu fervor, preces e ações de graças, e o povo aclama: Amém. Em seguida, faz-se entre os presentes a distribuição e a partilha dos alimentos que foram eucaristizados, que são também enviados aos ausentes por meio dos diáconos. 

        Os que possuem muitos bens dão livremente o que lhes agrada. O que se recolhe é colocado à disposição do que preside. Este socorre os órfãos, as viúvas e os que, por doença ou qualquer outro motivo se acham em dificuldade, bem como os prisioneiros e os hóspedes que chegam de viagem; numa palavra, ele assume o encargo de todos os necessitados.

        Reunimo-nos todos no dia do Sol, não só porque foi o primeiro dia em que Deus, transformando as trevas e a matéria, criou o mundo, mas também porque neste mesmo dia Jesus Cristo, nosso salvador, ressuscitou dos mortos. Crucificaram-no na véspera do dia de Saturno; e no dia seguinte a este, ou seja, no dia do Sol,aparecendo aos seus apóstolos e discípulos, ensinou-lhes tudo o que também nós vos propusemos como digno de consideração.

sábado, 14 de abril de 2018

SOBRE OS PRAZERES.



Segundo São João Damasceno, alguns prazeres são da alma, e outros são do corpo. "O prazer que provém do aprendizado e da contemplação pertence somente à alma" (On the Orthodox Faith). Os prazeres que provém do gosto estético, tais como música elevada, arte elevada, etc... também são prazeres da alma. Mas os prazeres que usualmente pensamos pertencerem exclusivamente ao corpo são na verdade compartilhados pela alma e pelo corpo. Isso inclui o prazer de comer, o prazer do intercurso sexual, etc... No entanto, não existem prazeres que pertençam exclusivamente ao corpo.

Dos prazeres compartilhados pelo corpo, alguns são bastante naturais e também necessários, pois sem eles não poderíamos viver: alimento e a vestimenta necessária. Ainda outros prazeres são naturais, mas de forma alguma necessários, por exemplo: relações sexuais naturais e legítimas (com uma esposa). Isso assegura a continuação da raça; mas no entanto é perfeitamente possível viver em virgindade.

Outros prazeres ainda, não são nem necessários nem naturais, por exemplo: álcool em quantidade toxicante, impudícia e muito e qualquer coisa que exceda nossas necessidades. Esses prazeres não contribuem em nada para manter a nossa vida ou perpetuar a raça; ao contrário, eles são danosos.

"Por isso, o homem que vive de acordo com Deus deve procurar primeiramente aqueles prazeres que são tanto necessários quanto naturais. Mas aqueles que são naturais mas desnecessários devem ocupar um lugar secundário na vida e serem permitidos somente quando o tempo, a maneira e a moderação os permitirem.

Finalmente, os outros (aqueles que não são nem necessários nem naturais) devem ser absolutamente rejeitados"(On the Orhodox Faith).


Grande Festa da Proteção da Santa Mãe de Deus - 01 de outubro



Desde tempos imemoriais, a Igreja tem celebrado a Santíssima Mãe de Deus como padroeira e protetora do povo cristão que, por suas orações intercessoras, implora a misericórdia de Deus por nós, pecadores. O auxílio da Santíssima Mãe de Deus tem sido claramente manifesto várias vezes, tanto para indivíduos como para nações, na paz e na guerra, nos desertos monásticos e nas cidades densamente povoadas. O evento que a Igreja comemora e celebra hoje confirma a proteção contínua do povo cristão. No dia 1º. de outubro de 911, no reinado do Imperador Leão, o Sábio, houve uma vigília noturna na Igreja da Mãe de Deus de Blaquerné, em Constantinopla. A igreja estava lotada de gente. Santo André, o Louco por Cristo, estava de pé, no fundo da igreja, com seu discípulo Epifânio. Às quatro da manhã, a Santíssima Mãe de Deus apareceu acima das pessoas, segurando seu omofórion e estendendo-o como um manto protetor sobre os fiéis. Estava vestida em púrpura cravejada de ouro e irradiava-se com um inefável fulgor, rodeada pelos apóstolos, santos, mártires e virgens. Santo André disse ao Bem-aventurado Epifânio: "Vês, irmão, a Rainha e Senhora de tudo rogando por todo o mundo?" Epifânio respondeu: Sim, pai, e estou boquiaberto de espanto!" A Festa da Proteção da Mãe de Deus foi instituída para comemorar esse evento e para nos lembrar que podemos receber em oração a incessante proteção da Santíssima Mãe de Deus em quaisquer momentos de dificuldade.

+ Pe. Serafim Rose, "Orthodoxy and the Religion of the Future", II, 2.

Quando cristãos são convencidos a rejeitar ou (o que é taticamente mais inteligente) alterar seus dogmas para se adaptarem à demanda de um cristianismo mais atualizado ou “universal”, perdem tudo, pois o que é valorizado por cristãos e por hindus é diretamente derivado de seus dogmas. E os dogmas hindus são um repúdio direto aos dogmas cristãos. Isso nos leva a uma conclusão espantosa: o que os cristãos crêem ser mau, os hindus crêem ser bom, e vice-versa: o que os hindus crêem ser mau, os cristãos crêem ser bom.

O conflito real consiste nisto: que o pecado máximo para o cristão é a realização máxima do bem para o hindu. Os cristãos sempre reconheceram o orgulho como um pecado fundamental — a fonte de todo o pecado. E Lúcifer é o arquétipo quando diz: Subirei ao céu, exaltarei meu trono acima das estrelas de Deus ... Subirei acima das alturas das nuvens; serei semelhante ao Altíssimo (Is. 14:13–14). Num plano inferior, é o orgulho que transforma até as virtudes do homem em pecados. Mas para o hindu em geral, e o advaita ou vedanta em particular, o único “pecado” é não crer em você mesmo e na humanidade como o próprio Deus. Nas palavras de Swami Vivekananda (que foi o defensor moderno mais proeminente do vedanta): “Vocês ainda não entendem a Índia! Nós, indianos, somos adoradores do homem, afinal de contas. Nosso Deus é o homem!”




Ancião Efrém de Arizona e Philoteou.

A ignorância, meu filho, é conhecida como a morte da alma. Ignorância não ilumina uma pessoa doente; não diz a ele: “Tua doença é a vontade de Deus, e você deve passar através disto com paciência e gratidão, a fim de que não se torne um transgressor diante de Deus em virtude de tua impaciência!”

Para um cristão iluminado, todavia, o conhecimento da vontade de Deus não somente faz dele uma pessoa que aguenta tudo com gratidão, mas também o ajuda a adquirir uma forte constituição espiritual e ao mesmo tempo obtém o descanso da consolação. Ele reflete: “Ao suportar estas dores e aflições, estou fazendo a vontade de Deus, e isto vai trazer o perdão de minhas ofensas anteriores.

Ao pagar aqui as dívidas de minha sentença, devo receber minha liberdade na vida que virá, onde devo viver eternamente – enquanto aqui, não importa quanto sofrimento deva suportar, isto é temporário e de curta duração”.
Com isso, meu filho, precisamos de paciência a fim de não sermos condenados com o mundo que não se arrepende. Independente do que pode acontecer conosco, por meio da paciência tudo é colocado corretamente, e o homem interior encontrará paz, carregando com paciência o que Deus permite.

Leve a tua cruz! Eu devo levar a minha! Da mesma maneira com que seguimos o Noivo, o Cristo, que por nós ingratos pecadores levou a Cruz da desgraça. O que carregamos que possa ser igual em honra a tal grande bem que desfrutamos de Deus? Se fosse enumerar as bênçãos de Deus e a ingratidão do homem, penso que minha mente iria parar... pois como a mente finita pode compreender os benefícios infinitos de Deus para com o homem?


Oração do alvorecer para ser dito a cada dia ao levantar do sono, por Ancião Sofrônio.



"Rei eterno, Incriado, Você que É antes de todos os mundos, meu Criador, Que convocou todas as coisas do não-ser para esta vida: abençoe este dia que Você, em sua inescrutável bondade, me deu. Pelo poder da Tua bênção, capacite-me neste dia para falar e agir por Ti, para Tua glória, em Teu temor, de acordo com Tua vontade, com um espírito puro, com humildade, paciência, amor, gentileza, paz, coragem, sabedoria e oração, consciente em toda parte de Tua presença.

Sim, Senhor, em Tua imensa misericórdia, guia-me pelo Teu Espírito Santo em toda boa obra e palavra, e concede-me a andar toda a minha vida em Tua vista, sem tropeçar, de acordo com a justiça que Tu nos revelaste, que eu não possa adicionar mais às minhas transgressões.

Ó Senhor, grande em misericórdia, poupe-me quem perece na iniquidade; não esconda seu rosto de mim. E quando a minha vontade corrupta me conduzir por outros caminhos, não me abandone, meu Salvador, mas me force de volta ao Seu caminho sagrado.

Ó Tu que és bom, a quem todos os corações estão abertos, conhece a minha pobreza e a minha loucura, a minha cegueira e a minha inutilidade, mas os sofrimentos da minha alma também estão diante de ti. Por isso te suplico: ouve-me na minha aflição e enche-me com a tua força, que vem do alto. Levantai-me, que estou paralisado de pecado, e livra-me, pois estou escravizado às paixões. Me cure de todas as feridas escondidas. Purifica-me de toda a carne e espírito. Preserve-me de todo impulso interno e externo que seja desagradável à Tua vista e prejudicial a meus irmãos.

Suplico-Te: estabeleçam-me no caminho dos Teus mandamentos e, até o meu último suspiro, não me deixes desviar da luz das Tuas ordenanças, para que os Teus mandamentos sejam a única lei do meu ser, nesta vida e por toda a eternidade.

Ó Deus, meu Deus, eu peço contigo por muitas e grandes coisas: não me desconsidere. Não me afaste de tua presença por causa de minha presunção e ousadia, mas pelo poder de Teu amor, conduza-me no caminho de tua vontade. Concede-me que te ame, como Tu ordenaste, com todo o meu coração, com toda a minha alma, com toda a minha mente e com toda a minha força. Com todo o meu ser.

Só Tu és a santa proteção e todo poderoso defensor da minha vida, e a Ti atribuo a glória e ofereço a minha oração.

Conceda-me conhecer a Tua verdade antes de partir desta vida. Mantém a minha vida neste mundo até que eu possa oferecer-te o verdadeiro arrependimento. Não me leve no meio dos meus dias, e quando tiver o prazer de acabar com a minha vida, avise-me da minha morte, para que eu possa preparar minha alma para apresentar-me diante de Ti.

Ficai comigo então, ó Senhor, no meu dia grande e sagrado, e conceda-me a alegria da Tua salvação. Purifica-me dos pecados manifestos e secretos, de toda iniquidade oculta em mim; e me dê uma resposta certa diante do Seu temível tribunal. Amém"