1. Jejuamos não para sermos vistos ou louvados por homens, mas para nos
aproximarmos de Deus.
2. Jejuamos, pois amamos a Deus mais do que Seus dons materiais que podemos consumir.
3. O Perdão é uma boa forma de começarmos o Jejum. Ninguém pode, sem o
perdão, dar início a luta espiritual pela purificação.
4. O jejum auxilia nas orações dos fiéis que consideram sua ligação com Deus
como o centro, a luz e o alimento de suas almas.
5. O jejum verdadeiro não consiste de apenas abster-se de produtos de origem
animal, mas também de abster-se da ganância material e da busca por uma
dominação egoísta sobre os outros, e também a redução de quaisquer
pensamentos, palavras e ações que diminuem nosso amor por Deus e pelos
outros.
6. Se o jejum for acompanhado de ações agradáveis a Deus, ele nos torna uma
luz para os outros e receptáculos escolhidos da glória de Deus.
7. Jejum não é apenas uma condição material, mas também espiritual — isto é, jejum dos olhos, da boca e do coração.
8. Jejuar é o estado espiritual de sacrifício ou oferta daqueles que livremente
jejuam de acordo com suas possibilidades.
9. Durante o jejum, a quantidade de alimento material diminui, mas o alimento
espiritual aumenta.
10. O jejum auxilia nas orações, enquanto que jejum sem oração não é um
esforço espiritual.
11. Jejuar mitiga as paixões egoístas, ilumina o intelecto, santifica as emoções
e muda nossas atitudes e comportamentos para com o próximo e a natureza,
colocando tudo na vida à luz do amor de Deus.
![]() |
| Patriarca Daniel da Romênia. |


Nenhum comentário:
Postar um comentário