terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Reflexões sobre o Jejum da Natividade do Patriarca Daniel da Romênia (Bucareste, 20 de Novembro de 2017).



1. Jejuamos não para sermos vistos ou louvados por homens, mas para nos 
aproximarmos de Deus. 

2. Jejuamos, pois amamos a Deus mais do que Seus dons materiais que podemos consumir. 

3. O Perdão é uma boa forma de começarmos o Jejum. Ninguém pode, sem o 
perdão, dar início a luta espiritual pela purificação.

4. O jejum auxilia nas orações dos fiéis que consideram sua ligação com Deus 
como o centro, a luz e o alimento de suas almas. 

5. O jejum verdadeiro não consiste de apenas abster-se de produtos de origem 
animal, mas também de abster-se da ganância material e da busca por uma 
dominação egoísta sobre os outros, e também a redução de quaisquer 
pensamentos, palavras e ações que diminuem nosso amor por Deus e pelos 
outros. 

6. Se o jejum for acompanhado de ações agradáveis a Deus, ele nos torna uma 
luz para os outros e receptáculos escolhidos da glória de Deus. 

7. Jejum não é apenas uma condição material, mas também espiritual — isto é, jejum dos olhos, da boca e do coração.

8. Jejuar é o estado espiritual de sacrifício ou oferta daqueles que livremente 
jejuam de acordo com suas possibilidades. 

9. Durante o jejum, a quantidade de alimento material diminui, mas o alimento 
espiritual aumenta. 

10. O jejum auxilia nas orações, enquanto que jejum sem oração não é um 
esforço espiritual. 

11. Jejuar mitiga as paixões egoístas, ilumina o intelecto, santifica as emoções 
e muda nossas atitudes e comportamentos para com o próximo e a natureza, 
colocando tudo na vida à luz do amor de Deus.

Patriarca Daniel da Romênia.


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