domingo, 1 de julho de 2018

Anthony Bloom,



Na Igreja Ortodoxa, temos orações da manhã e da tarde que são, no conjunto, mais longas do que as habitualmente usadas no Ocidente. Para ler essas orações, levaríamos cerca de meia hora pela manhã e meia hora pela tarde. Alguém que tentasse aprendê-las de cor, poderia valer-se delas em outros momentos. Mas, não basta apenas aprender de cor as orações. Uma oração só tem sentido se for vivida. Se elas são "vividas", se vida e orações se entrelaçam totalmente, as orações tornam-se uma espécie de refinado madrigal que oferecemos a Deus, por momentos, quando lhe dedicamos tempo. Se na oração da manhã fizermos uma afirmação, devemos ao longo do dia viver de acordo com ela. 

+ Anthony Bloom, "Escola de Oração". (Edições Paulinas, 1986, p. 59.)

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