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São Hélio viveu e morreu no quarto
século. Ele foi enviado para um mosteiro quando ainda era criança. Lá ele foi
criado em piedade, temperança e castidade.
Quando ele cresceu, ele foi para o
deserto egípcio, onde através de suas lutas ascéticas ele alcançou grande
proficiência na vida espiritual. Ele foi dotado com o dom da clarividência, e
ele conhecia todos os pensamentos e disposição dos monges conversando com ele.
Grande fé, simplicidade de alma e profunda
humildade permitiram a São Hélio comandar animais selvagens. Certa vez, o santo
se cansou carregando uma carga pesada para o mosteiro. Ele orou e chamou um
jumento selvagem para carregar seu fardo. O burro gentilmente carregou a carga
até o local e foi libertado para retornar ao deserto. Em outra ocasião, quando São
Hélio precisou atravessar um rio e não havia barco, ele convocou um crocodilo
da água e cruzou para a margem oposta, de pé sobre as costas.
Um dos jovens noviços do mosteiro, a
quem Santo Inácio visitou, pediu-lhe que o levasse para o deserto distante.
Santo Inácio alertou-o sobre a grande obra, façanhas e tentações que
inevitavelmente assolavam todos os eremitas, mas desde que o noviço continuou
fervorosamente a perguntar, ele o levou junto. Na primeira noite, o noviço,
assustado com terríveis visões, correu para São Hélio. O monge consolou-o e
acalmou-o e ordenou-lhe que voltasse. Traçando o sinal da cruz sobre a caverna,
o monge disse ao jovem eremita que não temesse, porque ele não seria mais
perturbado por essas aparições. Confiando na palavra do santo, o noviço decidiu
permanecer na solidão e depois alcançou tal perfeição que ele, como seu professor
Hélio, recebeu comida de um anjo.
São Hélio entrou pacificamente nas
mansões celestiais depois de atingir uma idade avançada.

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